terça-feira, 28 de setembro de 2010
O "Atelier Elisa Lisot" agora é Estilisot Moda Escola
O "Atelier Elisa Lisot" agora é Estilisot Moda Escola
ELISA LISOT
Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil
Só quem é artista sabe o prazer de FAZER ARTE. Só quem é professor sabe o prazer de DESPERTAR O CONHECIMENTO ADORMECIDO QUE ESTÁ NO ALUNO. Me formei em Artes Visuais pela UFRGS e Estilismo pelo Senai. Aos 18 anos, comecei dando aulas de artesanato em casa mesmo. Um ano depois conheci a Villa da Arte, uma casinha vermelha que me acolheu de uma maneira muito carinhosa e foi lá onde virei professora de verdade! Agora, formada, montei meu próprio Atelier e convido vocês a conhecerem.
CHAIRS
Sexta-feira 01 de Outubro
Dia 01 de outubro, sexta feira, o Chairs Resto Lounge vai comemorar 03 anos de vida com uma super festa !
Uma noite Open Bar de Chandon e Vodka com a apresentação do TOP DJ AMERICANO LEE CABRERA.
Foram 03 anos de muitas alegrias, muita gente bonita passou pelo Chairs e com certeza muito mais ainda virá ! Não perca esta super noite, venha conosco curtir até o amanhecer com muita energia e aquele clima que você só encontra no Chairs!
Fundação Iberê Camargo e IMAMA contra o câncer
Fundação Iberê Camargo e IMAMA contra o câncer
Quem passar pela curva da avenida Padre Cacique, em frente à Fundação Iberê Camargo, vai se surpreender com a mudança de cor do belo prédio assinado pelo arquiteto português Álvaro Siza. A Fundação vai estar cor-de-rosa nos três primeiros dias de outubro, mês internacional de conscientização da importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. A iniciativa faz parte do movimento Outubro Rosa promovido pelo IMAMA (Instituto da Mama do RS), que também terá atividades em outros pontos da capital, como o TRENSURB, o Aeroporto Salgado Filho e estádios de futebol. Este é o segundo ano que a Fundação Iberê Camargo participa do movimento numa tentativa de diminuir as estatísticas do câncer de mama, que afeta mais de 11 milhões de pessoas por ano, além de ser o câncer que mais causa morte entre as mulheres no Brasil.
Iberê Camargo
Exposição propõe viagem pelas lembranças de Iberê Camargo
“Os Meandros da Memória” apresenta o olhar do curador francês Jacques Leenhardt sobre a trajetória do pintor, a partir de suas lembranças.
Mostra comemora os 15 anos da Fundação Iberê Camargo e estará aberta ao público de 2 de outubro a 3 de abril de 2011.
“Iberê Camargo – Os Meandros da Memória” remete a um clima que impregna toda a obra do pintor, conferindo às lembranças um grande papel organizador. O artista é tomado por essa nostalgia ainda na infância, época em que as imensas paisagens solitárias do Rio Grande do Sul imprimem-se em sua memória, com os trilhos do trem correndo para longe e os fios do telefone pontuando esses espaços sem limites. Eles são para ele uma metáfora da existência humana, a do passante solitário, a do andarilho, que avança por uma estrada cujo horizonte se vai afastando. Comparável ao andarilho, o pintor defronta-se com uma solidão reforçada pela marcha inexorável do tempo. ”O tempo transforma as coisas que amamos – dizia Iberê – e nos afasta irremediavelmente do pátio de nossa infância para onde aspiramos retornar”.
Um passeio pelas lembranças de Iberê Camargo é a proposta do curador francês Jacques Leenhardt na exposição que marca o 15º aniversário da Fundação que leva o nome do artista. As 52 obras expostas – 14 pinturas, 30 desenhos, 7 gravuras e uma foto - serão apresentadas ao público no quarto andar da instituição a partir de 2 de outubro até 3 de abril de 2011. Para desenvolver o trabalho, o filósofo e sociólogo Jacques Leenhardt, diretor da Escola de Altos Estudos Sociais em Paris e presidente da Associação Internacional dos Críticos de Arte (AICA), se debruçou sobre um grande volume de documentos, cartas, entrevistas e textos literários, principalmente sobre o livro de memórias Gaveta dos Guardados, escrito pelo artista e recentemente relançado pela editora Cosac Naify. “A relação com o passado, como um mundo feliz e desaparecido, dá sua nota de melancolia a uma das buscas pictóricas mais consequentes e solitárias da pintura brasileira dos últimos 50 anos”, diz Leenhardt.
Para o curador, a busca pelo tempo perdido perpassa todas as temáticas trabalhadas pelo artista ao longo de sua carreira encerrada com a sua morte em agosto de 1994. Leenhardt retraça os grandes momentos que marcam o ritmo da evolução do artista, especialmente a partir do período de estudos, nos anos 40, em Roma, com o pintor italiano Giorgio De Chirico. “O clima do período metafísico de De Chirico, entre 1910 e 1920, impressionará a tal ponto o artista que ele passará a ver ali seu próprio mal-estar e desenvolverá daí em diante muitos temas familiares. Em minha opinião, o contato prolongado de Iberê com De Chirico é tão importante para a sua arte quanto os procedimentos técnicos que ele pôde aprender com o artista, e muito mais determinante para a evolução formal da sua produção do que os cursos que ele fez em Paris com André Lhote”, complementa. “Com De Chirico eu sinto uma afinidade porque ele também expressou a solidão e o mistério que envolve as coisas”, escreveu Iberê.
Nesta exposição, o curador dá uma importância particular aos desenhos – a maior parte deles exibidos ao público pela primeira vez – “pois revelam, de maneira espontânea, a sua visão trágica da vida, além de mostrar a insatisfação com a finalização de suas obras. Através do desenho, o artista libera-se do que há de definitivo e mortífero na obra acabada”.
Na série Os Carretéis, Leenhardt procura mostrar a perda da estabilidade dominante no começo, que se transforma num desequilibro. Também é enfatizado o papel do manequim, “meio corpo vivo, meio corpo mecânico, entre vida e morte” e os autoretratos. “Iberê sempre tentou fixar a sua imagem. A técnica da caneta que vai e vem, como no retrato da capa do catálogo da exposição, leva a impossibilidade de produzir uma imagem definitiva, em vista do ser humano ser demasiado complexo, contraditório, inquieto”.
SERVIÇO:
Exposição: Iberê Camargo - Os Meandros da Memória
Curadoria: Jacques Leenhardt, filósofo e sociólogo, diretor de estudos da Escola de Altos Estudos Sociais, em Paris, e presidente da Associação Internacional dos Críticos de Arte (AICA)
Inauguração: 2 de outubro, às 11h, no átrio da Fundação
Visitação: de 2 de outubro a 3 de abril de 2011
Inicio: Terça a domingo, das 12h às 19h e quinta, das 12h às 21h
Local: No quarto andar da Fundação Iberê Camargo
(Av. Padre Cacique, 200. Porto Alegre)
Entrada Franca: As empresas Gerdau, Itaú, Camargo Corrêa, Vonpar e De lage landen garantem a gratuidade do ingresso
Informações: 3247.8000 ou pelo site http://www.iberecamargo.org.br/
“Os Meandros da Memória” apresenta o olhar do curador francês Jacques Leenhardt sobre a trajetória do pintor, a partir de suas lembranças.
Mostra comemora os 15 anos da Fundação Iberê Camargo e estará aberta ao público de 2 de outubro a 3 de abril de 2011.
“Iberê Camargo – Os Meandros da Memória” remete a um clima que impregna toda a obra do pintor, conferindo às lembranças um grande papel organizador. O artista é tomado por essa nostalgia ainda na infância, época em que as imensas paisagens solitárias do Rio Grande do Sul imprimem-se em sua memória, com os trilhos do trem correndo para longe e os fios do telefone pontuando esses espaços sem limites. Eles são para ele uma metáfora da existência humana, a do passante solitário, a do andarilho, que avança por uma estrada cujo horizonte se vai afastando. Comparável ao andarilho, o pintor defronta-se com uma solidão reforçada pela marcha inexorável do tempo. ”O tempo transforma as coisas que amamos – dizia Iberê – e nos afasta irremediavelmente do pátio de nossa infância para onde aspiramos retornar”.
Um passeio pelas lembranças de Iberê Camargo é a proposta do curador francês Jacques Leenhardt na exposição que marca o 15º aniversário da Fundação que leva o nome do artista. As 52 obras expostas – 14 pinturas, 30 desenhos, 7 gravuras e uma foto - serão apresentadas ao público no quarto andar da instituição a partir de 2 de outubro até 3 de abril de 2011. Para desenvolver o trabalho, o filósofo e sociólogo Jacques Leenhardt, diretor da Escola de Altos Estudos Sociais em Paris e presidente da Associação Internacional dos Críticos de Arte (AICA), se debruçou sobre um grande volume de documentos, cartas, entrevistas e textos literários, principalmente sobre o livro de memórias Gaveta dos Guardados, escrito pelo artista e recentemente relançado pela editora Cosac Naify. “A relação com o passado, como um mundo feliz e desaparecido, dá sua nota de melancolia a uma das buscas pictóricas mais consequentes e solitárias da pintura brasileira dos últimos 50 anos”, diz Leenhardt.
Para o curador, a busca pelo tempo perdido perpassa todas as temáticas trabalhadas pelo artista ao longo de sua carreira encerrada com a sua morte em agosto de 1994. Leenhardt retraça os grandes momentos que marcam o ritmo da evolução do artista, especialmente a partir do período de estudos, nos anos 40, em Roma, com o pintor italiano Giorgio De Chirico. “O clima do período metafísico de De Chirico, entre 1910 e 1920, impressionará a tal ponto o artista que ele passará a ver ali seu próprio mal-estar e desenvolverá daí em diante muitos temas familiares. Em minha opinião, o contato prolongado de Iberê com De Chirico é tão importante para a sua arte quanto os procedimentos técnicos que ele pôde aprender com o artista, e muito mais determinante para a evolução formal da sua produção do que os cursos que ele fez em Paris com André Lhote”, complementa. “Com De Chirico eu sinto uma afinidade porque ele também expressou a solidão e o mistério que envolve as coisas”, escreveu Iberê.
Nesta exposição, o curador dá uma importância particular aos desenhos – a maior parte deles exibidos ao público pela primeira vez – “pois revelam, de maneira espontânea, a sua visão trágica da vida, além de mostrar a insatisfação com a finalização de suas obras. Através do desenho, o artista libera-se do que há de definitivo e mortífero na obra acabada”.
Na série Os Carretéis, Leenhardt procura mostrar a perda da estabilidade dominante no começo, que se transforma num desequilibro. Também é enfatizado o papel do manequim, “meio corpo vivo, meio corpo mecânico, entre vida e morte” e os autoretratos. “Iberê sempre tentou fixar a sua imagem. A técnica da caneta que vai e vem, como no retrato da capa do catálogo da exposição, leva a impossibilidade de produzir uma imagem definitiva, em vista do ser humano ser demasiado complexo, contraditório, inquieto”.
SERVIÇO:
Exposição: Iberê Camargo - Os Meandros da Memória
Curadoria: Jacques Leenhardt, filósofo e sociólogo, diretor de estudos da Escola de Altos Estudos Sociais, em Paris, e presidente da Associação Internacional dos Críticos de Arte (AICA)
Inauguração: 2 de outubro, às 11h, no átrio da Fundação
Visitação: de 2 de outubro a 3 de abril de 2011
Inicio: Terça a domingo, das 12h às 19h e quinta, das 12h às 21h
Local: No quarto andar da Fundação Iberê Camargo
(Av. Padre Cacique, 200. Porto Alegre)
Entrada Franca: As empresas Gerdau, Itaú, Camargo Corrêa, Vonpar e De lage landen garantem a gratuidade do ingresso
Informações: 3247.8000 ou pelo site http://www.iberecamargo.org.br/
II Simpósio Internacional de Sustentabilidade em Arquitetura e Urbanismo
II Simpósio Internacional de Sustentabilidade em Arquitetura e Urbanismo terá renomados palestrantes internacionais
Neste ano o evento acontece simultaneamente em Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre
Seis palestrantes do exterior vão participar do II Simpósio Internacional de Sustentabilidade em Arquitetura e Urbanismo (SISAU), promovido pela Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA), que acontece entre os dias 5 e 8 de outubro, nas três capitais da Região Sul do Brasil, e que será o maior evento sobre a questão no País em 2010.
Os profissionais, de renome internacional, são Michael Tymoff (Fundação Bill Clinton), José Henrique Dominguez (Cervera & Pioz Architects), Dorte Mandrup Poulsen (Denmark), Gustavo Restrepo (Colômbia) e Sérgio Coscia (RMJM Architects). O tema que irá nortear as discussões é “Por uma nova mentalidade na arquitetura”.
Em Porto Alegre, onde a regional da AsBEA é presidida pelo arquiteto Joaquim Haas, participarão do II SISAU: Gustavo Restrepo, José Enrique Dominguez, Michael Tymoff e Sergio Coscia. A mediação local ficará a cargo de Klaus Bohne, coordenador do Grupo de Estudos de Sustentabilidade da AsBEA-RS.
“No Rio Grande do Sul temos exemplos de sustentabilidade como o espaço Vonpar, do complexo do Multipalco, que apresenta telhado verde diferenciado. Temos também o SAP Labs Brasil, localizado no Campus da Unisinos, em São Leopoldo, e o Solar Park, um estacionamento com painéis fotovoltaicos que geram energia 100% renovável ao Colégio Anchieta de Porto Alegre, influenciado pelos estudos da AsBEA-RS”, destaca Bohne.
Segundo o arquiteto Frederico Carstens, da Diretoria de Sustentabilidade da AsBEA do Paraná, este SISAU terá um formato inovador, destinando 50% do tempo aos debates na busca por novas alternativas de sustentabilidade para o planeta.
Carstens informa também que será instituído o Prêmio AsBEA de Sustentabilidade, reconhecendo as empresas de arquitetura e as indústrias da cadeia da construção civil que invistam e apresentem resultados balizados pelas diretrizes estabelecidas neste II SISAU. Ou seja, nas próximas edições dos Simpósios, além de terem sua abrangência ampliada para todos os estados onde a AsBEA possui regionais e não apenas no sul do Brasil, também terão seu conteúdo vinculado a propostas concretas apresentadas a partir das conclusões do SISAU 2010.
II Simpósio Internacional de Sustentabilidade em Arquitetura e Urbanismo (SISAU)
Porto Alegre - dias 5 e 6 de outubro de 2010
Horário: das 13h30 às 18h15
Local: Hotel Plaza São Rafael - avenida Alberto Bins, 514
Telefone: (051) 3220-7640
http://www.plazahoteis.com.br/
Inscrições pelo telefone (51) 3026-2236 / asbea@asbea-rs.org.br ou também no site http://www.simposiosustentabilidade.com.br/
REVISTA ESTILO & FESTAS
Tem lançamento hoje da Revista Estilo e Festas com coquetel na Maison Carlos Gomes. Lucia Szafir vai estar presente no evento.
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